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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Escrever ou não escrever?

- Escreva!
- Não, não posso.
- Por que não?
- Porque não devo. Não sei o que as pessoas irão dizer de mim. E se eu cometer um erro de português?
- Ora, quem nunca cometeu um? Que atire a primeira pedra aquele que nunca errou uma palavra, que não confundiu porque, por que, por quê e porquê! Todos erraram.
- Mas rirão de mim!
- E daí? A alma de um homem é mais forte do que um riso debochado.
- Não me entenderão!
- E por que não entenderiam?
- Não sei, não sei! Só sei que se escrever, rirão de mim, zombarão de minhas palavras, serei tomado por um bobo fútil, vazio e superficial!
- A alma de um escritor pode ser tudo, menos vazia ou superficial! Não vês? Não entendes? Escrever é traduzir a alma em linguagem. É derramar sobre a tinta a sua essência. Deixar que seus pensamentos e emoções se transformem em palavras. Quando um escritor escreve, ele desnuda a sua alma. Isso nunca será fútil.
- Sim, farei isso então. Escreverei. Mas ninguém conhecerá os meus poemas.
- Mas de que serve a poesia, se não para ser declamada ao ouvido de todos? Como podes escrever poemas e deixá-los trancafiados em um caderno, oprimidos no meio de tantas folhas que os sufocam! De que vale a rima, se não for ouvida? Ou o ritmo, se não for cantado?
- Mas eu não sei escrever bons poemas!
- Não se preocupe com isso. Simplesmente escreva. Respire. Pense. Deixe que as palavras o dominem. Deixe o pensamento tomar forma, e virar prosa. Deixe a prosa dominá-lo, e se transformar em verso. Deixe os versos se unirem, formando estrofes, rimas, ritmo, melodia! Quando menos esperar, terás diante de si bela poesia.
- Apenas isso?
- Isso mesmo. Não tenha medo dos outros. As palavras não foram criadas para ficar encerradas. Elas nasceram para trazer vida. Não deixe que o dedo do outro o impeça de trazê-las à luz.

Escrito por Helder Nozima às 18h06
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Labirintos da alma

A alma humana é como um labirinto. Confusa, repleta de caminhos e opções, cheia de quartos escondidos. Seus caminhos não são retos nem simples, mas cheios de curvas e sinuosidades. Uma vez que se entre nela, não se pode sair, a saída não está à vista. A única coisa que se pode ver são curvas e mais curvas, uma para cá, outra para lá, sem saber para onde ir.
Existem almas que entramos e não queremos mais deixá-las. Intuitivamente, descobrimos seus tesouros ocultos, e delícias sem fim. Outras paracem encerrar-nos como prisões. Cheias de armadilhas e setas venenosas, quanto mais as percorremos, mais dor e sofrimento sentimos.
Mas os maiores tesouros de uma pessoa estão no centro de sua alma. E, para chegar até lá, é inevitável sofrer com espinhos, fossos infestados de crocodilos e mil outros perigos. Mas, felizes são os que conseguem atravessar o labirinto. Ao final, verão, satisfeitos, a sua recompensa.
Mais felizes ainda os que conseguem deixar que outros percorram o seu labirinto particular, ao invés de erguer muralha sobre muralha, fosso sobre fosso, perigo sobre perigo. Os últimos viverão encarcerados em si mesmos, mas os primeiros podem ter a fantástica esperança de descobrir e ser descoberto.

Escrito por Helder Nozima às 16h23
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Estréia

Pq escrever um blog? Isso não é coisa de nerd, de quem não tem o que fazer? Bom, pode ser. Nerd eu sou mesmo, japonês, de óculos, não tem como negar? Mas eu tb sou jornalista. E a vida do jornalista é escrever. E escrever é criar sonhos, mundos, utopias. É combater com a pena, ao invés da espada. É exorcizar demônios interiores e levantar louvores a Deus. É cativar corações e mentes. Não sei se farei tudo isso aqui. Mas, seja bem vindo. Quem sabe as minhas palavras não conseguem tocar você?

Escrito por Helder Nozima às 23h32
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