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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Uma oração

Ah, Senhor, inclina os teus ouvidos
Volte para mim o seu rosto
Tem compaixão de mim, pois tu me conheces

Sabes de meus erros e acertos
De todos os meus pecados e virtudes
Conheces os limites de minha humanidade

Perdoa-me, Senhor, pelas minhas muitas negligências
Por não amar as pessoas como deveria
Por não me importar com o destino de todos

Perdoa-me, Senhor, por não fazer o bem que posso
E por fazer os males que podia evitar
Tem misericórdia de mim, Senhor

Pois negligencio o meu próximo todos os dias
E não me gasto em favor de meu semelhante
Vivo para o meu ventre, mas não tenho vivido para Ti

Perdoa, Senhor, a minha preguiça
Meu medo, minha falta de amor
Minha luxúria e minha glutonaria

A futilidade de meus pensamentos podres
A dureza que se acha em meu coração
A inveja que sinto de meu semelhante

Como posso desejar o muito, se sou infiel no pouco?
Sabes que não faço o que sei que devia fazer
E a culpa consome o meu coração

Aviva a minha vida, Senhor
Ensina-me a amar, a me importar com os outros
Ensina-me a ser fiel, a me negar, a tomar minha cruz!

Corrige-me, Senhor, ainda que dóa
Ainda que lágrimas brotem de meu rosto
E o sofrimento acometa o meu coração

Faz de mim um homem rico em amor
Para com o Deus que me criou e me salvou
E com o meu próximo, que é a Tua imagem

Amém!


Escrito por Helder Nozima às 10h20
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O que o futuro me reserva?

O futuro...quem o pode adivinhar?
Quem pode olhar além das cortinas do tempo?
Anda, dize-me, quem é capaz de tal proeza
Quem sabe tal sábio não poderá me ajudar?

Mas sábio assim não existe entre os homens
Nem mesmo os anjos podem fazê-lo com clareza
Tanto um quanto o outro olham para a frente
Mas pouca coisa conseguem divisar

Não há como ver o que está além do horizonte
O máximo que podemos fazer é especular
Mas, quem sabe o que está fora do nosso alcance?
Ninguém, ninguém, quem poderia adivinhar?

Pois o futuro é incerto
E o destino imprevisível
Seu controle reside em mãos divinas
Cujo conselho não podemos penetrar

Do futuro não podemos escapar
Pois até mesmo o suicida
Irá com ele se encontrar
Quando chegar ao outro lado da vida

Ó, Senhor, que será de meus dias?
O que reservas para mim?
Dá descanso a esta alma aflita
E dias felizes que possa desfrutar


Escrito por Helder Nozima às 10h12
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Relógio

O que é mais sereno do que um relógio?
Não importa se é dia ou noite
Segunda ou sexta-feira
Ele continua lá, no mesmo ritmo
Tic tac tic tac

Não para nunca
Mas também não se apressa
Não se perturba com nada
Nem com meus rogos e petições
Continua lá, no mesmo ritmo
Tic tac tic tac

Se quero que o tempo voe
E faço preces para que as horas corram
Lá está ele, impertubável
Tic tac tic tac

Quando quero reter o tempo com as mãos
Deter os segundos, ainda que por um momento
Nem assim ele muda, continua a dizer
Tic tac tic tac

Escrito por Helder Nozima às 10h05
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Pérola delicada

Ah, pérola delicada
Teu brilho me encanta
Teu lugar é junto às estrelas
Tamanha a sua formosura

Fui enfeitiçado por teus encantos
Aprisionaste os meus olhos
Não consigo desviar o olhar
Fui atraído por sua luz

És mais valiosa do que muitas jóias
O teu preço é incalculável
Seu valor não pode ser estimado

Feliz aquele que a tiver
Porque a felicidade é tua companheira
Bela pérola, pérola delicada

Escrito por Helder Nozima às 16h24
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À procura da liberdade

A força se foi
Esvaiu-se de mim
Estou esgotado
Quero apenas descansar

Meus pulsos sangram
De tanto se voltar contra as correntes
Que prendem e sufocam
Meus braços, meu corpo, minha alma

O frio me envolve
Sufocando minha respiração
Febril, o meu corpo treme
Gotas de suor escorrem em minha face

Ah, se ao menos me dessem um copo d'água!
Minha garganta geme, meus lábios estão secos
A sede me aflige e oprime
Estou prestes a desfalacer

Grito, clamo, berro
Viro e me reviro
Contorço-me todo
Mas é tudo em vão

Logo, caio novamente
Exausto e sem forças
Não posso rompê-las
São mais fortes do que eu

Ó, Senhor, até quando?
Livra-me do meu cativeiro
Tira-me desta prisão
Traga vida a este teu servo

Escrito por Helder Nozima às 11h50
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Suspiros

Ah...minha alma é só suspiros
Os olhos vagueiam, perdidos, sem rumo
A mente se turva e se confunde
Imersa em um redemoinho de pensamentos

O coração parece descompassado
Ora rápido, ora lento
Não consegue mais achar o ritmo
Parece estar descontrolado

O tempo não passa
Arrastam-se os segundos
Vivo uma eternidade a cada instante

No íntimo, a alma se comove
Vira e se retorce
Enquanto me ponho a suspirar

Escrito por Helder Nozima às 16h39
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