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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Pedido para um passeio

Pegue minha mão, e me leve para longe daqui
Liberte-me desta confusão, das correrias
Cansei-me, perdi o senso, a direção, o sentido
O mundo me prendeu em seu turbilhão

Desisti da nobreza, dos atos heróicos
Bravura e valentia estão além de minhas forças
Meu coração não é justo ou nobre
Nasci para ser salvo, não para salvar

O carrossel gira muito depressa,
Não consigo acompanhar seu movimento
Os cavalos fogem de minhas mãos
Não esperam pelo arrastar de meu corpo

Muralhas de ferro se erguem diante de mim
Tão altas que não consigo escalar
Tão fortes que não posso abalar
Não consigo, é impossível transpô-las

Estou preso a mim mesmo, acorrentado em grilhões
Apenas sinto minha dor e desespero
Clamo, grito, mas quem me ouve?
Apenas o Silêncio me dá seus ouvidos

Meus fantasmas me perseguem sem cessar
Transformam meu sono em pesadelos
Assombram meus pensamentos durante o dia
Trazem a mim remorso e arrependimento

Liberta-me, retire-me desta prisão
Concede-me minha carta de alforria
Leve-me para passear contigo
Dá-me descanso de minha fadiga


Escrito por Helder Nozima às 23h48
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Das dores da alma

Dividido estou, prestes a romper-me
Já não suporto mais a tensão
Minhas entranhas estão em guerra
Ameaçam rasgar-me ao meio

Perdi o meu raciocínio, foi-se a razão
Não encontro meu discernimento
Minha cabeça se consome em dores
O meu corpo arde em febre

Não durmo nem fico acordado
Reviro-me nas vigílias da noite
Meu corpo se desfaz em suores
Enquanto me esvaio em delírios

Sinto-me acorrentado,
Esmagado por pesos enormes
Não consigo firmar os meus pés
Nem mesmo erguer a cabeça

Minha alma sangra e geme
Ferida, se veste de negro
Enlutada, chora de dor
Perdida em seus lamentos

Acode-me em meu sofrimento
Senhor, livra-me destas angústias
Salva-me de minhas loucuras
Resgata-me dos caminhos de morte

Escrito por Helder Nozima às 12h56
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