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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Sob o manto da noite

Sob o manto da noite me abrigo
Oculto por sua sombra protetora
Posso enfim, retirar a armadura
E abaixar, finalmente a guarda

As trevas me cobrem com suas asas
Concedem-me momentos de privacidade
Permitem que o meu frágil corpo repouse
Protegido pelo frio abraço da noite

Enfim, o momento de chorar
De dar alívio às feridas da alma
A hora em que o valente se desnuda
Sem medo de ser surpreendido

A hora de deixar o silêncio falar
Pois estou longe do burburinho do povo
Hora de pensar e meditar
De escutar o que diz meu interior

É a hora de me revelar aos melhores amigos
Aos poucos que me vêem como realmente sou
Que me conhecem e escutam meus lamentos
E que ouvem minhas mais profundas confissões

Escrito por Helder Nozima às 23h20
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O pastor e os lobos

O pastor se perdeu do rebanho
Na juventude, seus olhos fraquejaram
Tudo se tornou difuso, nebuloso
O caminho se desvanece diante dele

Já os lobos se atiçam, ansiosos:
“Não mais carne de ovelhas
Agora é a hora de provar
A carne do nosso inimigo

Ainda que seja jovem, a solidão o envelheceu
Suas forças se vão a cada dia
Pois não há velho que olhe para o mancebo
Não há quem lhe ensine a apascentar

Por isso, lentamente cairá
O vento roubará o seu calor
O trabalho esgotará a sua força
A noite perturbará o seu sonho

Sem orientação, como saberá o caminho?
Sem companhia, não se levantará quando cair
Fácil será emboscá-lo, não terá ele defesa
Bastará um único ataque para que termine devorado”

Acaso ignorais que os jovens também se cansam
Que lhes falta a sabedoria e experiência
Quem sobre eles lance o manto do profeta
E os conduzas rumo às jornadas da vida?

Ignorais que o pastor também é ovelha
Que também carece de cuidados
Da atenção de quem o pastoreie
De quem o defenda da boca dos lobos?

Escrito por Helder Nozima às 19h59
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Caminhando nas montanhas

No fio da navalha caminho
Por pequenas estradas
Encravadas em montes altaneiros
Ladeadas por imensos precipícios

Procuro por guias, mas não os encontro
Não há quem me ensine a vencer os montes
O que vejo são apenas simples viajantes
Que parecem tão ou mais perdidos que eu

O perigo me cerca como o ar
O oxigênio é raro como o ouro
O frio congela até a alma
A neblina esconde os próximos passos

O vento castiga como chicote
Ora arremessa-me contra as pedras
Ora tenta me lançar no abismo
Com suas cortantes rajadas mortais

A solidão do caminho é enorme
Os viajantes são raros, e calados
Não temos força para falar
Apenas nos arrastamos pela estrada

Até quando durará o suplício?
Já nem sei mais como saber
Apenas arrasto o meu corpo
Até que o caminho ache seu fim

Escrito por Helder Nozima às 19h47
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A imensidão de Deus

O Senhor é grande e poderoso
Tão imensas são as suas proporções
Tão enormes os seus atributos
Que simplesmente não posso descrevê-los

Como poderia falar de seu amor?
Paixão intensa, amor fervoroso
Tão valioso quanto a vida de seu Filho
Tão precioso como o sangue vertido na cruz

Sua justiça é mais alta que os próprios céus
Sua lei é perfeita, seus juízos são sábios
Ele é quem separa o certo do errado
E traça os limites da retidão

O seu poder sustenta todas as coisas
Até mesmo os demônios a Ele se submetem
Nem a morte conseguiu deter o Poderoso
Senhor meu, e Deus meu, Rei de todos os Reis

Louvado sejas, porque me amaste
Porque teus olhos me contemplaram
E, em compaixão, chamaste-me e sou teu
Suspiro pelo dia em que te verei

Para ti seja a minha alegria
Que em ti eu chore minhas lágrimas
Sejam tuas as minhas poesias
Ó, Amado da minha alma.

Escrito por Helder Nozima às 08h12
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