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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Àquela que não sei quem é

Os dias passam, e não a encontro
Por mais que me encha de anseios
Meus sonhos transformam-se em pó
São ilusões que não viram realidade

Viajo, mas sem a tua companhia
Não há quem receba minha alegria
Nem quem suporte minhas tristezas
Ou alguém que divida os mesmos sonhos

Frias são as noites, cheias de solidão
Não há quem possa me aquentar
Quem afaste o frio do meu coração
E acenda as brasas da paixão

Cruzo só os vastos oceanos
Minha companhia é o mar
De dia, o Sol é o amigo
À noite, a Lua é minha amante

Até que a nau dê em outro porto
Onde encontre o meu real tesouro
O beijo ardente do meu amor
Os doces sonhos de minha rainha

Escrito por Helder Nozima às 22h38
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Coração

Labirinto enorme, cheio de câmaras
Caminhos confusos e perigosos
Repletos de charadas e armadilhas
Assim é o coração de um homem

Desejos que brotam a todo instante
Num momento, santos e coerentes
A seguir, profanos e contraditórios
Anseios que dividem a alma em duas

Visões que trazem encanto e sofrimento
Lábios onde se derramam o prazer e a ira
Mãos que tocam com carinho e aspereza
Toques cheios de pureza e de malícia

A mesma mulher que se revela desejável
Também é cheia de setas e espinhos
A paixão é vizinha do ódio
O prazer é amigo da dor

O coração é uma câmara de prazeres
Mas também uma sala de torturas
Templo sagrado de felicidade
E cemitério lúgubre de ilusões

Escrito por Helder Nozima às 00h19
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Olhando para trás

Sou prisioneiro de minhas recordações
Um eterno viajante do passado
Fascinado pelas lembranças da memória
Hipnotizado pelas histórias antigas

Sinto falta de velhas sensações
De companhias que já se foram
Amizades que ficaram distantes
Paisagens que deixei para trás

Sofro com feridas que não fecharam
Com dores que se escondem no íntimo
E tormentos que me perturbam o sono
Enchendo minha mente de pesadelos

Passa o presente, e não o sinto
Não consigo sequer reconhecê-lo
O futuro soa incerto e confuso
Um mistério que não posso decifrar

Assim caminho pela estrada do destino
Tentando entender de onde vim
Sem saber ao certo para onde vou
Ignorante do que acontece à minha volta

Escrito por Helder Nozima às 00h05
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