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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Feriu-me o Senhor, trouxe meus erros a juízo
Contra mim se indignou, sua ira se acendeu
É hora de erguer a vara e ferir-me
Tempo de me disciplinar e corrigir

Entregou-me nas mãos de meus inimigos
Suas flechas me acharam e me feriram
Atravessaram meu tórax, perfuram meus pulmões
Sem forças, caio, vencido pela dor

Ao redor, riem-se de mim os demônios
Em gritos histéricos cantam minha ruína
Zombam de mim e de minha fé
Trazem à memória as minhas culpas

Procuro por ajuda, mas não a encontro
Emboscaram-me longe de meus amigos
Fui capturado com um simples golpe
Lançado ao chão em um simples instante

Não há em mim forças para lutar
Os ataques surgem de todos os lados
Golpeiam-me sem que possa revidar
Estou indefeso, à mercê do Maligno

Com sua espada atinge o meu coração
O meu sangue se derrama sobre a terra
Clamo por socorro, mas não o encontro
Recebo o oposto do que esperava

Até quando, Senhor, até quando te irarás?
Não posso suportar o peso da tua mão
Desfaleço, exausto e sem forças
Sozinho, não consigo me levantar

Sei que errei e que contra ti eu pequei
Colho apenas o mal fruto de minhas ações
A justa retribuição por meus pecados
O pagamento devido à minha iniqüidade

Mas não me consumas no teu furor
Minha alma não suporta nem meus inimigos,
Quanto mais a ira incandescente do Senhor?
Compadece-te do teu servo, que é pó

Salva-me, Senhor, dos maus caminhos que escolhi
Livra-me da mão dos demônios, de suas setas malditas
Possa o sangue de teu Filho cobrir o teu servo
E a tua misericórdia restaurar a minha sorte.

Escrito por Helder Nozima às 23h08
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Não procure por mim junto ao Sol
Sou um filho da noite, amante das trevas
Habito nas cavernas dos montes
Oculto nas profundezas da terra

Em meus olhos não há brilho algum
Foram embaçados pelas dores da alma
Feridos pelas desilusões do caminho
Cegados pelos golpes do destino

As alegrias se foram junto com a luz
Restam apenas a dor e a tristeza
O riso, nem me lembro como é
Mas meus gemidos duram todo o dia

Com os ratos divido o meu leito
Meus cães de guarda são os morcegos
Teias de aranha são o meu vestido
E fantasmas embalam o meu sono

O pranto é o meu cântico matinal
Minhas lágrimas são o meu vinho
E os vermes o meu alimento
Na mesa da angústia e da desolação

A esperança se esvaiu,
Minhas ilusões ruíram
Resta apenas a decepção
E os cacos de um cristão

Escrito por Helder Nozima às 22h53
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Mulher atrevida

(Uma brincadeira que surgiu de uma conversa, só zoação, heheh...)

Ah, mulher atrevida,
De palavras apressadas
E lábios inquietos
Que falam sem parar

Cuidado com o que dizes
Pois a língua é ligeira
É mais rápida que a mente
Mais ágil que um piscar

Se te descuidas, já era!
Soltas o que não deves
Feres o amigo e o vizinho
Falas da amiga e da estranha

Modera teus lábios,
Segura o teu gênio,
Tua língua apressada
E a palavra impensada

Assim, te livras do mal e do cão
Evitas o caminho da dor e perdição
Teus lábios, enfim, alentarão
E novo viço chegará ao coração

Escrito por Helder Nozima às 01h29
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Reviro a terra, à tua procura
Singro os mares atrás de ti
Mas nada encontro, nem um vestígio
Apenas a saudade da tua presença

Desfaleço de saudades,
Oprimido pela paixão,
Meus olhos transbordam
Sofrendo a tua ausência

Olho para os céus, mas não a vejo
Pois te escondes em meio as estrelas
Teu lar é entre as constelações
Envolvida pelo doce brilho do luar

Ah, quem me dera pudesse voar
Tocaria então a abóbada celeste
Iria atrás de ti, cruzando galáxias
Buscaria teu rosto entre as estrelas

Junto à Lua nos encontraríamos
Onde fica a Dama da Noite
Cujo brilho ilumina os céus
E inspira a canção dos poetas

Escrito por Helder Nozima às 01h19
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