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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Solitários

Solitários somos, todos nós
Nos quilômetros mais difíceis
Ou nos momentos mais profundos
É sós que estamos, sem qualquer companhia

As câmaras mais ocultas da alma
Ninguém consegue visitar
Pois não podem entender o que mostramos
Apenas nós conseguimos entendê-las

Nossos sonhos mais preciosos
São apenas nossos, e de mais ninguém
Jamais compreenderão o valor que possuem
Nunca lutarão para que se tornem realidade

Na hora mais escura da noite
Quando as trevas cobrirem o seu íntimo
Nenhuma voz humana se fará ouvir
Estarás sozinho, apenas tu e teus medos

Nossa verdadeira face jamais será vista
Não apenas porque nos escondemos em máscaras
Mas porque ninguém se interessa em vê-la
Ninguém presta atenção na face do outro

Jamais seremos compreendidos
Pois nos entender está além de sua capacidade
Além de seu interesse, além de sua motivação
É algo que jamais alcançarão

Por isso, ainda que vivamos em caravanas
Ou cercados por imensas multidões,
Sempre estaremos sozinhos,
Envolvidos em nossa solidão.

Escrito por Helder Nozima às 11h20
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Procuro um tesouro, mas não sei qual
Não tenho mapa nem bússola
Mas apenas o desejo de encontrá-lo
E o impulso que me move para os mares

Sinto fome, uma fome real
Um vazio que não se preenche
Uma falta que nunca some
Mas não sei te dizer do quê

Tenho saudades de épocas que não vivi
De pessoas que nunca conheci
De experiências que nunca enfrentei
De uma vida que não é a minha

De sonhos que não consigo me lembrar
Que se desvanecem assim que acordo
Mas deixam impressa a sua marca
A vaga lembrança que teima em não sumir

Escrito por Helder Nozima às 11h05
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