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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Niver da Dama

Hoje a Dama da Noite soprou a sua segunda velinha de niver no céu. Uma pena que não deu para soprar com ela a 23a. velinha aqui na Terra. Mas te garanto que a festa lá em cima está muito melhor do que a melhor comemoração terrena.

Escrito por Helder Nozima às 12h22
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Será que um dia conseguirei
Chegar ao outro lado do mar
Fazer as viagens que apenas sonhei
Achar os tesouros que tanto almejo?

Será que um dia chegarei ao alto-mar
Sem que os ventos destruam minha nau
Sem ser abandonado no caminho
Sem sucumbir frente às tempestades?

Estou cansado de velejar pela costa
Quero ir para longe da terra
Tocar em praias que nunca vi
Conhecer portos que apenas ouvi falar

Quero viver o que hoje é apenas sonho
Realizar fantasias que parecem tão distantes
Fazer aquilo que sempre tive vontade
Experimentar sensações que ainda desconheço

Ah, que eu não morra sem te cruzar
Oceano de desejos, mar de paixões,
Imensidão de sonhos, vastidão de feitos
Vença eu os seus limites e conquiste seus tesouros!

Escrito por Helder Nozima às 00h12
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O que é amar?

Ah, o amor e seus encantos
Sentimento mágico, onírico
Que eleva as almas dos amantes
Para lançá-las em abismos profundos

Amar é sentir um fogo dentro do peito
Um calor gostoso, que aquece a vida
Chamas ardentes, que consomem a alma
E desfiguram o mais puro coração

Amar é sonhar, construir castelos com alguém
Se imaginar no reino encantado, em um conto de fadas
E descobrir que o castelo é de areia
Que o mar carrega com uma simples onda

Amar é se entregar, se abrir, se rasgar
É confiar o que você tem de mais caro
E ver seus tesouros no chão, jogados no lixo
Perceber que seu ouro não tem valor algum

Amar é abraço, beijo, carícia
Riso, festa, alegria
Briga, gritaria, discussão
Lágrima, choro e decepção

Amar é viver, é voar
Poder tocar o céu com as mãos
Mas também é morrer e chorar
E sentir o toque da morte em seu rosto

Amor não é realidade, é ilusão
É ver um mundo que não existe
Se apaixonar por alguém irreal
E descobrir que tudo não passou de um sonho

Escrito por Helder Nozima às 23h23
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O chamado do mar

Junto à praia me assento
Noite fechada, céu sem estrelas
O mar agitado se revolta
As ondas arrebentam furiosas

O barco está ancorado junto ao cais
Velas recolhidas, âncora lançada
Buracos espalhados por todo o casco
Mastro quebrado e tripulação abalada

Sinto o chamado dos mares,
O grito das ondas a me desafiar
Chamando-me de volta a singrar os oceanos
Em busca de tesouros e aventuras desconhecidos

Quero gritar, berrar, explodir
Meu coração se aperta, espremido
Oprimido por sonhos que não se realizam
Pelas viagens que nunca pude começar

Quero cruzar os oceanos, vencer os sete mares
Aportar em cidades que nunca conheci
Enfrentar perigos e descobrir tesouros
Ver meus feitos cantados em verso e prosa

Quero sentir o vento batendo no meu rosto
Enfrentar as grandes ondas e tempestades
Ver o tamanho dos monstros marinhos
Sentir o sangue pulsar ao sabor das marés

Quero viajar, mas não sozinho,
Pois que graça há na aventura
Se não houver com quem repartir
A riqueza dos tesouros e o brilho da viagem?

Quero ter quem se arrisque comigo
Quem não tenha medo do mar
De seus monstros e perigos
De suas glórias e seus tesouros

Quem não tenha medo de deixar um continente
Para desbravar o que está além do horizonte
Quem tenha sede de riquezas e aventuras
E corra atrás de grandes sonhos e façanhas

Ainda não sei quando nem como
Mas um dia, correrei o mundo todo
Vencerei a baía e irei ao alto-mar
Em minha bela nau, no auge de seu esplendor

Escrito por Helder Nozima às 00h02
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