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BRASIL, Centro-Oeste, NUCLEO BANDEIRANTE, Homem, de 20 a 25 anos



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Poesias e confissões de um nipo-reformado
 

Noite escura, céus em luto
As estrelas se esconderam
A Lua não se mostrou
Foi-se toda orientação

Ventos que cortam de um lado
Nuvens enegrecidas acima
Relâmpagos cruzam o céu
A tempestade se aproxima

Meus olhos secam em desespero
Já não sei para onde correr
A força foge de meus lombos
Minhas pernas desmaiam em horror

Mais eis que uma voz se ouve ao longe
“Levanta-te, não fiques prostrado
Não chores a derrota que ainda não veio
Fortalece-te no Senhor, e lute!

De que adianta chorar pelos que se foram
Tuas lágrimas não trarão de volta a sua dama
Não clames a quem não pode te ouvir
Nem apeles para quem não pode te ajudar

Não esperes por quem está longe de ti
Mas clama ao teu Deus que está perto
Invoca Aquele que fez o céu e os ventos
E que tem na mão o destino de todos”

Pelo que volto meus olhos aos céus
E invoco Aquele que é maior do que eu
O Altíssimo, que reina acima das nuvens
Mas habita no trono de meu coração

Ah, Pai, socorre-me diante de tão horrenda negridão
Mostra-me aonde fica o norte, para onde devo ir
Guia-me, ainda que esteja cego e perdido
Ainda que seja em meio à tempestades e tormentos

Buscarei a tua voz, fala-me,
Em teu monte subirei
À procura de teu conselho
Ansioso por tua direção

Fortalece-me o corpo frágil
Na luta contra a carne maldita
Cheia de desejos e apetites
Pronta para me devorar a fé

Defende-me de meus inimigos
Que ansiosos, vem ao meu encontro
Querendo arruinar o meu propósito
E impedir que busque a tua face

Socorre-me, pois demônios me perseguem
Armam-me ciladas, preparam armadilhas
Riem de minha desgraça, abatem-me o espírito
Furiosos, lutam por minha destruição

Todavia, é para Ti que me dirijo
Nas trevas hei de ver a sua luz
No silêncio, escutarei a tua voz
Tua paz me visitará no desespero

Como o Mestre mergulhou no seio da terra
Quero mergulhar em tua glória e conselho
Que também eu reviva do meio dos mortos
E ressurja transformado por teu Espírito

Meu coração ao Senhor apresento
Cheio de feridas, repleto de chagas
Atormentado por fantasmas do passado
E pelos horrores do presente

Sara, Senhor, a minha alma
Torna novo aquilo que se gastou
Que se perdeu em meio ao pecado
E se consome em grandes tormentos

Derruba este templo, e ergue-o de novo
Purificado pelo seu amor
Guiado por sua sabedoria
Iluminado por sua glória

E, tu, amigo, que me incitaste
Vem, e ora por mim
Estende para mim as tuas mãos
E abençoa-me no Senhor

Pois meus inimigos contra mim se dirigem
E preciso de seu apoio e intercessão
Ergue também tua espada a meu favor
E clama por mim junto ao teu Senhor

Pois grandes são as nuvens
E horrível a tempestade
Encaminha-me, pois, ao Pai
Pois só n’Ele posso achar proteção

Dias de guerra vem sobre mim
Que Deus me salve da derrota
E que, tu, amigo meu, esteja comigo
Como bênção de Cristo a me cercar

Louvado seja o Senhor,
Criador do dia e da noite
Que fez o Sol e a tempestade
A Ele, glórias eternamente. Amém!

Escrito por Helder Nozima às 00h24
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